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quinta-feira, 28 de abril de 2016

Receita de hoje: salmão ao molho de maracujá


Eu faço tanto salmão e me dei conta de que nunca coloquei aqui uma receitinha. Então, decidi colocar essa, que fica deliciosa e não é difícil. 
Geralmente faço o salmão aos fins de semana porque aqui em casa só eu que gosto. Meus pais e irmã não gostam muito, então minha mãe não faz. Quando eu casar, poderei fazer sempre pois meu namorado também adora. 

Eu sempre gosto de fazer o salmão no forno; faz menos sujeira. Para não ficar difícil de lavar o refratário que vai ao forno, sempre forro-o com um papel alumínio. 

Esse salmão fica gostoso servir tanto com arroz branco quanto com um risoto (um dos meus preferidos é o de limão siciliano).

Vamos à receitinha!

Separe:
- 2 filés de salmão 
- 1/2 limão
- Sal a gosto
- Azeite
- 4 colheres de sopa (rasas) de açúcar
- 1/2 copo de água (125 ml)
- 3 colheres de sopa de mel
- Maracujá (suco da fruta sem sementes) - aqui não tem uma quantidade muito certa; o ideal é colocar e ir experimentando até estar agradável ao paladar
- Manjericão

Tempere os filés de salmão com sal, limão e azeite e deixe descansar por aproximadamente 20 minutos. Após esse tempo, leve-o ao forno a 200 graus por aproximadamente 30/40 minutos (eu gosto quando ele vai criando a casquinha crocante, então vou deixando até formar). 

Enquanto o salmão está no forno é hora de preparar o molho de maracujá. 
Em uma panela, junte o açúcar, a água, mel e maracujá. Mexa até misturar tudo e leve ao fogo baixo, ele deve ficar um pouco mais grossinho. Por último, acrescente o manjericão e deixe ferver mais um pouquinho para acentuar o gosto. Desligue o fogo, tire o peixe do forno e jogue o molho em cima do peixe. Fica divino!

Gostou da receita? 
Bom apetite!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Receita de hoje: cookies incríveis de chocolate



Muitos de vocês devem ter salivado com uma foto que postei recentemente no facebook. Era uma mesa linda de café da tarde com pão de queijo, bolo de cenoura e cookies de chocolate. De fato, ela não estava só linda. Estava deliciosa!

A autora da receita de hoje que me perdoe, eu não me lembro quem é. Eu, bem cabeçudinha, salvei a receita em word e não lembro onde peguei. Eu acho que foi no grupo Viva sem glúten, mas não tenho certeza. Se alguém souber, me informem, por favor. E me desculpem a falha! 

Bom, essa receita é demais. Ela é deliciosa e simples de fazer. Os cookies fica bem macio, realmente incríveis. E atende a necessidade de muitas pessoas, pois é sem glúten, sem lactose e sem leite, sem soja e sem ovos. Uau!

Quem quer aprender? \o/ 

Separe os seguintes ingredientes:

- 3 colheres de chá de semente de linhaça 
- 1 colher de sopa de chia (opcional)
- 1/4 xícara de coco ralado fino/ farinha de coco
- 1/2 xícara de farinha de arroz
- 1/4 xícara de cacau ou chocolate em pó
- 1/2 xícara açúcar mascavo
- 1/3 xícara de óleo de coco (pode substituir por margarina, se preferir)
- 1/2 colher de café de bicarbonato

Coloque a linhaça em um potinho, cubra com água (cerca de 4 colheres de sopa) e deixe uns 5 minutos para que ela vire um gel (dessa forma, ela substitui o ovo). Enquanto isso, misture com as mãos, o restante dos ingredientes. Por último junte a linhaça e a chia. A massa ficará bem mole mas não se preocupe, é assim mesmo. Com as mãos, faça disquinhos e coloque em uma forma, que deve estar coberta com papel manteiga. Não deixe os cookies muito juntos porque eles crescem. Asse cerca de 15-20 minutos em forno baixo (se quiser testar, coloque o palito de dente; se ficar o buraquinho a massa já não está mais crua). Ao retirar os cookies do forno, eles podem estar moles mas não se preocupe, pois quando esfriarem, eles endurecerão.

Já deixou a mesa posta? Está na hora do café!

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

Receita de hoje: bolo de chocolate com cobertura de brigadeiro | Mix Dolci Schär


Primeira receitinha do ano! Ebaaaaaa \o/

Embora a maioria das pessoas estejam de férias eu estou trabalhando demais nesse fim/começo de ano. Dei uma relaxada na alimentação e aí a vontade de gordice aparece com mais força. Mas o bom é que tudo isso vai acabar e aos poucos estou retomando minha vida "normal"!

Eu estava DOIDA por um bolo de chocolate mas sem a FSG da Aminna (que sempre uso nas minhas receitinhas). Meu noivinho amado está de férias e resolveu me ajudar, fazendo um bolo pra mim!

Iupiiii! Há uns dias atrás ele comprou a farinha Mix Dolci da Schär e resolveu usar no bolo de chocolate. A receita nós pegamos do site da Schär mesmo. Fizemos algumas adaptações e uma delas foi fazer o brigadeiro para jogar em cima (esse eu que fiz!). 

Ficou nota MIL!

Vamos aprender?

Separe os seguintes ingredientes:
2 xícaras de chá de açúcar
3 ovos (com claras e gemas separadas)
- 90 gramas de margarina
- 2 xícaras de chá de Mix Dolci Schär
- 1 xícara de chá de chocolate em pó (Nestlé, Garoto ou Fleischmann são marcas livres de contaminação cruzada até o momento)
- 1 xícara de chá de leite zero lactose (meu preferido tem sido o Molico, por ser desnatado, mas também confio no Piracanjuba)
- 1 colher de sopa de fermento em pó

Primeiro, em uma batedeira, bata o açúcar, as gemas e a manteiga até obter um creme leve e esbranquiçado. Sem parar de bater acrescente, aos poucos, a farinha Mix Dolci Schär e o chocolate em pó, alternando com o leite. Por último, misture delicadamente com uma colher o fermento e as claras batidas em neve. Em uma forma untada e enfarinhada, coloque a massa homogênea e asse em forno a 180 graus. No meu forno, que é elétrico, levou cerca de 40/45 minutos para ficar assado. 
O importante é não abrir o forno antes de 30 minutos e fazer o teste do palito, ok?

Enquanto isso, vamos preparar o brigadeiro!
- Meia caixinha de leite condensado zero lactose (uso sempre Piracanjuba)
- 1 colher de sobremesa rasa de chocolate em pó
- 1 colher de sobremesa não muito rasa de margarina 

Misture tudo em um refratário e leve ao micro-ondas ou fogão para preparar. Costumo fazer no micro-ondas porque não sou muito boa para fazer brigadeiro de panela sem deixar bolinhas. Também, costuma ser rápido e só precisa ficar de olho para o brigadeiro não transbordar. O ponto não deve ser de brigadeiro porque depois que esfria ele dá uma endurecida. Pode deixar mais líquido que ficará mais fácil para espalhar no bolo. 

Estando pronto, jogue o brigadeiro por cima do bolo e, se quiser, acrescente granulado para enfeitar. 

De comer rezando! 

domingo, 15 de novembro de 2015

Três dias em Belo Horizonte


Já começo dizendo que eu voltei com dor no coração por não ter conhecido os pontos turísticos de Belo Horizonte, como esse da foto. Mas, eu sou uma pessoa otimista e isso vai servir de incentivo para que eu volte, com certeza (e quando eu voltar vai ser para conhecer Inhotim!).

Mas se você partir do ponto de vista de que ir a uma padaria inteirinha sem glúten também é visitar um ponto turístico, sim, eu visitei e mais de uma vez! Vou contar tudinho para vocês como planejei essa viagem para a capital de Minas Gerais. A viagem foi a trabalho e por isso foi difícil conhecer a cidade.

Antes de qualquer viagem, eu busco algumas referências na cidade para saber onde posso comprar e consumir alimentos sem glúten. Eu não fazia ideia de que Belo Horizonte é uma cidade enorme. Por isso, optei por planejar e levar minhas refeições e conhecer uma padaria que me chamou a atenção. 

Vem comigo que eu te conto tudo!

Fui de avião e como o trajeto era bem curtinho, não me preocupei com refeição no avião. Apenas me certifiquei de que na minha marmita (que levei como bagagem de mão) não continha nada que o aeroporto pudesse barrar, como facas (levei meus talheres porque eu precisaria me alimentar fora de casa), líquidos ou o álcool gel que levo na bolsa por me alimentar fora de casa. Esses itens proibidos eu coloquei na minha mala despachada, junto com minhas roupas e também minha torradeira. Embarquei sem problemas no Aeroporto Pampulha (o de Confins era bem longinho do meu hotel). 

O hotel que eu escolhi foi o Ibis Pampulha, que era próximo do aeroporto, como mencionei, e também da UFMG, que era o local para onde eu teria que ir todos os dias. Antes de escolher o hotel, verifiquei não só a questão da localização como também da estrutura para aquecer minhas refeições. Deu super certo! 



Levei as refeições em marmitinhas e embalagens que poderiam ser jogadas no lixo após o uso. Assim, eu não precisaria trazer potinhos vazios na mala. Levei nhoque com molho bolonhesa e arroz branco + carne com molho. Para aquecer as comidas, levei um refratário de vidro e aquecia tudo no micro-ondas do hotel. Lá a voltagem era 220 mas o hotel fornecia transformador. Solicitei um para usar na minha torradeira. Ah! E o Wi-fi do hotel é muito bom, o que facilita bastante, principalmente na hora de me locomover. 

Levei as refeições em marmitinhas como essa. Comeu? É só jogar a embalagem fora!

No hotel, aquecia minhas refeições no micro-ondas disponibilizado 24 horas no lounge do hotel
O queijo ralado é fornecido pelo hotel como cortesia. Aproveitei!

Como eu tomava café da manhã?
Como eu tinha levado minhas fatias de pão, eu usava a torradeira para deixá-las quentinhas e crocantes. Em um pratinho colocava a torrada, um pedaço de bolo de cenoura que levei e meu potinho com aveia, para acrescentar na fruta. Descia para o café da manhã, pegava as frutas (que as funcionários atenciosamente cortaram na hora e à parte para mim), o cream cheese, pedia o suco natural e me deliciava com a Nutella. Um moço no elevador olhou meu pratinho e disse: "Nossa, que torrada bonita".

Meu pãozinho Mr Premium e meu bolo de cenoura em Belo Horizonte + suco de laranja natural + mamão cortado a parte, pelas funcionárias, para mim

Amor à Nutella e ao cream cheese Danubio, ambos sem glúten mas com lactose

Para higienizar meus talheres e meu refratário de vidro, que usava a cada refeição, usei a metade de um esponja que levei (cortei ao meio uma dessas do tamanho normal) e em um potinho de remédio de homeopatia, desses de vidro, levei detergente. Você pode levar uma inteira, é claro. Eu quis cortar para ocupar menos espaço e também porque eu jogaria fora a metade antes de retornar para casa.

Metade de uma esponja para lavar louças
Sem ocupar espaço, sem peso e excelente para lavar os utensílios que levar em viagens

Em um dos dias, precisei almoçar na UFMG pois não dava tempo de voltar para o hotel. Na faculdade de letras tem uma cantina e esquentei minha comida lá, no micro-ondas. Eles cobram 1 real para aquecer a comida. Valeu a pena porque o pessoal que estava comigo almoçou lá e não ficou muito satisfeito. O bom de andar com a própria comida é não ser pega de surpresa em restaurantes não tão convidativos. 

Eis que então fui conhecer a Padaria Não Contém - De bem sem glúten. Muitos de vocês puderam saber sobre ela porque durante a viagem eu postei fotos no facebook. Um lugar super incrível e super seguro para nós. Fui para me alimentar lá mas fiquei na dúvida para trazer coisinhas congeladas no avião. No dia seguinte bateu o arrependimento, voltei lá e comprei os congelados. Como eu tinha levado minhas comidas em embalagens descartáveis, estava com a bolsa térmica livre para trazer tudo para casa. 

O Matheus, proprietário, é celíaco e uma pessoa muuuuuito simpática. 
Ele me recebeu muuuuitíssimo bem. Degustei alguns produtos e pedi esfiha. Gostei de tudo o que experimentei. A esfiha e a empadinha nem parecem sem glúten, de tão maravilhosas. Para vocês terem ideia, nem precisa aquecer para comer. Elas ficam incríveis ao natural. 
Lá também tem mini pizza, croissant salgado e de chocolate, risóles, bolinho de bacalhau e fazem até bolo, desses de aniversário. Para trazer, escolhi as empadinhas, esfihas, bolinhos de carne e mini cachorro quentes (sabem aqueles enroladinhos com salsicha que lembram a infância?).


Do hotel para a Não Contém eu peguei um ônibus, com ar condicionado. Eles tem um sistema chamado MOVE e até os pontos de ônibus são diferentes. O serviço de táxi em Belo Horizonte eu achei bem ruim; os taxistas fazem cara feia se precisamos ir a um lugar próximo. Mas, vou deixar aqui a indicação de um taxista nota 10, super simpático e prestativo. Ele chama Antônio e o celular/whatsapp dele é (031) 8817.9268.

Para finalizar, vou deixar aqui embaixo alguns contatos de lugares sem glúten em BH. Pesquisei e entrei em contato com alguns*:

- Sabor Sem Glúten (loja)
http://www.bhsemgluten.com.br/ 
Av. Francisco Sá, 345B - Prado 
Tel: (31) 2552-5418

- Brasil Zero Glúten (loja) 
http://www.brasilzerogluten.com.br/
Av. Dona Senhorinha, 128 
Tel: (31) 3485 2400

- Empório Nutri (loja) 
http://www.emporionutri.com.br/
Avenida Antônio Abrahão Caram, 614
Tel: (31) 3245-5165

- Maurizio Gallo (restaurante)* 
Apesar de muitas pessoas indicarem, inclusive celíacos, quando entrei em contato me disseram não garantir que não haja contaminação cruzada. E quer saber? Acho muita coragem ir porque o ambiente deve ser farinha de trigo para todos os lados. Não me acho tão corajosa assim não.
http://www.restaurantemauriziogallo.com.br/
Rua dos Aimorés, 2305 - (31) 25143020 / (31) 93312000  
Av. Nossa Senhora do Carmo, 860 - (31) 2555-5432 / (31) 8849-0001 

- Não Contém - De bem sem glúten (padaria)*
Faz entregas se precisar mas vale a pena ir até lá conhecer; tudo sem contaminação cruzada
https://www.facebook.com/naocontemdebemsemgluten
Rua Major Lopes, 117 - São Pedro
Tel: (31) 2552-9186

- Comer Bem Sem Glúten – Regina Miranda* 
Faz entregas e não tem contaminação cruzada; a Regina foi extremamente atenciosa nos emails
Acabei não provando porque levei tudo pronto daqui de casa
https://www.facebook.com/comerbemsemgluten?fref=ts
Tel: (31) 9487-1106

É sempre importante entrar em contato antes e verificar o horário de funcionamento, taxa de entrega e querendo ir até o local, dá para usar o Google Maps ou o Waze para se ter uma noção da distância.

Espero ter ajudado com essas dicas e que você aproveite BH sem contaminação cruzada!

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Receita de hoje: nhoque de abóbora com amaranto ao molho de leite de côco e limão siciliano



Essa receitinha ficou boa demais! Acabei usando como base a que já existe aqui no blog e dei uma incrementada com as minhas ideias + pesquisa na internet. E aí que foi sucesso total!

O objetivo era aproveitar a abóbora já refogada que estava na geladeira mas como não tinha quantidade suficiente, cozinhei duas batatas pequenas e acrescentei na receita. Tanto a batata quanto a abóbora estavam bem cozidas. 

A receita é fácil, leve e muito saborosa. Vamos aprender? 

Separe os ingredientes para o nhoque:
- 500 gramas de batata e abóbora cozidas (pode dividir essa quantidade como preferir - a abóbora dá uma cor mais bonita ao nhoque, como na foto)
- 2 colheres de sopa de amaranto em flocos ou qualquer outra fibra (quinoa, aveia, por exemplo)
- 220 gramas de farinha de arroz
- Sal a gosto

E esses para o molho:
- 1/2 cebola pequena picadinha em pedaços bem pequenos
- 1 colher de sobremesa de margarina (sempre uso a Becel do potinho azul, por ser sem lactose)
- 400 ml de leite de côco (utilizei o industrializado mesmo - 2 vidrinhos)
- Suco de 1/2 limão siciliano
- Sal e noz moscada a gosto
- Folhinhas de manjericão para salpicar

Para o nhoque, processe as batatas e as abóboras bem cozidas no processador, até que elas virem uma purê. Em uma bacia, coloque o purê, o amaranto em flocos, o sal e, aos poucos, vá acrescentando a farinha de arroz. O ponto é exatamente quando a massa não estiver mais grudando na mão. 
Em uma panela, ferva a água e em uma superfície limpa e polvilhada com farinha de arroz, faça os rolinhos e corte no tamanho aproximado de 2 cm. Antes de cortar tudo, jogue alguns na água quente para ver se ele não desmancha ou não fica muito duro. Se estiver tudo certo, coloque, aos poucos, o nhoque e espere subir até a superfície. Retire com uma escumadeira e coloque-os em um refratário que possa ir ao forno. Reserve. 

Para o molho, refogue a cebola com a margarina, acrescente o leite de côco e deixe ferver até dar uma engrossada. Quando estiver mais grossinho, rale um pouco de noz moscada, acrescente o limão siciliano e sala. Ferva por mais alguns minutinhos e jogue o molho em cima do nhoque. Salpique as folhinhas de manjericão por cima e leve ao forno por aproximadamente dez minutinhos. 
Vai perfumar a casa e abrir o apetite!

quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Receita de hoje: Pão de liquidificador


Geeeeente, meu primeiro pão sem glúten! 
Nem acredito! 

Era só isso que faltava na minha lista de receitinhas. Eu não tenho paciência e tolerância a frustração o bastante para os pães sem glúten. Todo mundo sabe que achar a receita de um pão que chegue o mais próximo possível do pão com glúten é extremamente desafiador. Ainda bem que eu tenho leitores corajosos que já compartilharam receitas de pãezinhos porque quando alguém me pedia uma, lá ia eu explicar que nunca testei. O fato é que eu precisava desse tempo para me tornar menos exigente. Quando somos recém diagnosticados ainda guardamos lembranças do pão francês e isso torna a jornada bem mais difícil. Com o tempo, nos acostumamos com as coisinhas um pouco mais secas e durinhas e aí fica bem mais fácil gostarmos de pão sem glúten. 

Além disso, outra coisa que me incentivou é que vou me casar e na minha casa vamos optar por não entrar glúten, apenas a cerveja que é bem mais difícil de contaminar minha comida do que migalhas de pão francês, por exemplo. Então, se eu não quero que entre glúten na minha casa, eu me sinto na obrigação de servir algo para minhas visitas e isso inclui o queridinho do café da manhã e da tarde, o pão. Mas, como eu mencionei, não tenho paciência pra esperar fermentar e também não tenho tolerância o bastante para ver que a receita do pão não deu certo e tudo vai para o lixo. 

Como a vida é um grande dar e receber, um amigo de uma amiga muito querida me contou dessa receita. Acreditem que quando ele foi diagnosticado e nós conversamos, ele se lembrou de que meses atrás, quando ainda não sabia que era celíaco, ao saber da minha intolerância, disse: "No seu lugar eu morreria!". Mas, ele não morreu, nós já fizemos passeios gluten free e hoje trocamos receitas. A vida não é mesmo muito engraçada? 

Eu nem botava fé na tal receitinha mas quando li era tão fácil mas tão fácil que seria até feio eu não tentar, nem que fosse pra jurar que nunca mais faria um pão sem glúten e serviria tapioca para minhas visitas. Eu tentei e adorei o resultado! Se você comer esse pãozinho esperando encontrar algo parecido com o pão francês você pode se frustrar. Agora, se você for de peito aberto corre grandes chances de eleger essa receitinha como a queridinha. 

Quando recebi a receitinha, ela estava em medida de copo americano. Nossa senhorinha das receitas, eu não suporto receita com essa medida porque embora ela pareça universal, não é. Uns falam que o copo americano tem 200 ml outros 250 e o rolo já começa aqui. Então, eu transformei toda a receita. 

Então, chega de papo e vamos colocar a mão na massa? Não, espera! 
Nem a mão na massa a gente coloca nessa receita. Simbora aquecer o forno!

Você vai precisar de:
- 3 ovos
- 100 ml de óleo
- 210 gramas de farinha de arroz
- 170 gramas de iogurte zero lactose
- 1 colher de sopa de açúcar
- 1 colher de chá de sal
- 1 colher de sopa de fermento em pó
- Fibras (aqui vale acrescentar aveia, chia, quinoa, enfim, o que quiser) | não tem uma quantidade certa mas pelo o que me lembro acrescentei 1 ou 2 colheres de chia 
- Gema para pincelar e dar uma corzinha para o pão 
- Papel manteiga para forrar a fôrma, que deve ser aquela de bolo inglês (retangular)

No liquidificador, bata os ovos, óleo, iogurte, o sal e o açúcar. Aos poucos acrescente a farinha de arroz e se optou por acrescentar, as fibras. Por último, coloque o fermento em pó. Despeje a mistura na forma, pincele a gema de ovo e leve ao forno pré aquecido por 180 graus. O tempo vai variar de forno para forno mas aqui em casa, que usamos o forno elétrico, levou 30 minutos para assar. O ideal é ir espetando o palito de dente para saber se já está prontinho. 

E sim, acabou! Só isso? Só isso, gente!
Muito fácil, não é?

Pode receber os amigos, a família e servir o café. Hoje vai ter pão quentinho!


quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Receita de hoje: paleta mexicana de morango com leite condensado de leite de coco


Siiiim, existem alguns doces mais saudáveis do que outros! 
Essa receita surgiu da vontade de comer uma paleta gostosa + consciência pesada de comer leite condensado. O processo não é tão rápido (bom, pelo menos o meu não foi) mas valeu super a pena.  

Eu estava com tempo quando quis fazer, tinha acabado de fazer uma cirurgia de correção de miopia e não conseguia ler e nem assistir TV. Fiquei de repouso mais fui ficando tão entediada que decidi ir para a cozinha, mesmo contra a vontade do namorado. Na época em que fiz (final de junho) ainda estava um tempo bem fresquinho. Então, esperei o calor chegar para compartilhar com vocês essa receitinha supimpa!

Simbora para a cozinha?
A receita base para essa é a publicada no YouTube, da confeiteira Danielle Noce. 

Primeiro, prepare o leite condensado de leite de coco, receitinha já publicada aqui no blog (clique aqui para conferir), e reserve. 

Além do leite condensado de leite de coco, você vai precisar de:
- 400 gramas de morango
- 5 colheres de sopa de açúcar (ou o quanto basta para o seu paladar)
- 1 limão
- Palitos de picolé (o dia em que resolvi fazer, eu não tinha os palitos de picolé e acabei usando aqueles para espetinho de carne - basta cortá-los ao meio)
- Copos descartáveis (200 ml)
Para deixar o espaço vazio para o recheio, você vai precisar de um copo menor e mais fino para colocar dentro do copo preenchido com a mistura. No dia eu não tinha um copo que desse certo, pois o de café descartável não funcionou. Eis que fui pensando e acabei tendo a ideia de pegar um potinho de shampoo. Joguei fora todo o líquido que estava dentro, retirei o papel da embalagem e higienizei bem com água, sabão e álcool. Para ele ficar pesadinho e não subir dentro do outro copo, coloquei água e, por último, enrolei o potinho de shampoo em um papel filme. 

Em um liquidificador, bata os morangos, o açúcar e o suco do limão. Preencha o copo descartável de 200 ml com a mistura e, em seguida, coloque o potinho (ou um outro copo que dê certo - também com peso para ele não subir) para deixar o espaço vazio do recheio. Leve ao freezer até que vire um sorvete. 

Quando estiver como um sorvete, retire o potinho do meio (delicadamente para não quebrar), preencha o fundo do copo com um pouquinho da mistura e leve novamente ao freezer. Quando o fundo estiver durinho, preencha com o leite condensado de leite de coco e, para finalizar, mais um pouco da mistura para "fechar" a paleta. Espete palito e leve ao congelador até que esteja pronto para consumo. 
Retirando do congelador, é só rasgar o copinho e se deliciar. Fica incrível e dá para usar outras frutas. Nesse dia fiz com morango e manga, ambos combinaram super bem com o sabor do leite de coco. 

Já pensou nas combinações incríveis que dá pra fazer? 
O calor chegou! Aproveite!

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Receita de hoje: bolo de maracujá com chia | Mix Dolci Schär


Eu nunca tinha feito um bolo de maracujá, acreditem!
Eis que em uma semana, uma leitora do blog, a Érica, me falou que a receita do bolo de limão que postei há um tempinho atrás (clique aqui para ver!), dá para ser usada para o bolo de maracujá. Achei um máximo e falei pra ela que testaria. 

No dia seguinte, a Natue me encaminhou a receitinha de um bolo de maracujá. Amei essa sincronicidade! 
Já falei outras vezes mas firmei uma parceria não financeira com a Natue. Eles me enviam alguns ingredientes e receitas, eu testo e passo pra vocês. Muitas vezes, tenho um ingrediente e não sei muito bem o que fazer com ele, aí a Ana, lá da Natue, me socorre. Estou adorando porque é uma parceria que beneficia não só a mim mas a vocês também, pois conseguem ter acesso às receitinhas. 

Eu tinha aqui nas minhas coisinhas uma farinha da Schär, a Mix Dolci, e não sabia o que fazer com ela. Então, a Natue me enviou essa receitinha, que eu amei. Ela é super simples e mais saudável do que tantas outras. Vale a pena tentar! 

Quem não tiver a farinha Mix Dolci, da Schär, pode encontrá-la nos estabelecimentos que vendem produtos sem glúten ou até mesmo na loja virtual da Natue. Dei uma conferida no site e ela está de R$ 28,90 por R$ 25,90 + frete. 

Mãos à obra? Quer dizer, na batedeira?!

Você vai precisar de: 
- 3 ovos (claras e gemas separadas)
- 1 xícara (chá) de açúcar demerara ou mascavo 
- 1/2 xícara de óleo de coco ou outro óleo vegetal, como por exemplo, o de girassol
- 1/2 xícara (chá) de suco de maracujá natural (coado)
- 2 xícaras (chá) de Mix Dolci da Schär (não tentei mas eu tentaria, caso não tivesse a Mix Dolci, com uma outra farinha sem glúten - costumo usar a da Aminna)
- 1 colher (sopa) de fermento em pó 
- 4 colheres (sopa) de semente de chia 

Em uma batedeira, bata as gemas e o açúcar até formar um creme. Em seguida, adicione o óleo e continue batendo. Misture o suco de maracujá com a chia e vá adicionando aos poucos a farinha. Bata até virar um creme homogêneo. 
Incorpore as claras batidas em neve delicadamente e em seguida as sementes. Misture mais um pouco. Coloque a massa em uma forma untada e polvilhada com farinha (sem glúten, hein?!).
Leve ao forno a 180ºC por cerca de 25-30 minutos ou até que fique assada. 

Se quiser fazer a calda de maracujá, coloque em uma panela a polpa da fruta (sem coar) com um pouco de água e açúcar a gosto. Mexa até dar uma engrossada e, em seguida, jogue por cima do bolo. Sirva quentinho!

Natue, obrigada pela receita incrível!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Receita de hoje: bolo de limão com leite condensado de arroz


Eu ainda não achei o bolo de limão perfeito. Sim, iguais aqueles que eu comia antes do diagnóstico. Todos que tenho feito tem ficado mais embatumadinho ou quebradiço. Mas, tudo bem. Mesmo com uma textura não perfeita, o gosto sempre fica bom. 

Pela foto dá para reparar que ele não ficou bonito. Mas, acabaram com o bolo rapidinho; então acho que não estava tão ruim, né? 

Essa receitinha veio da Érica, que também é leitora assídua do blog. Ela é super participativa, compartilha um montão de coisas e parece ser uma pessoa bem querida. Eu adorei a receita!
Adaptei todas as medidas porque a receita dela é com iogurte com lactose e eu fiz sem lactose (a medida dos copinhos são diferentes). 

Em cima do bolo eu preparei um leite condensado de arroz, receita que aprendi no blog da Cláudia Marcelino. Particularmente, eu gosto mais do resultado da calda de leite condensado com limão. Mas às vezes a consciência pesa com tanta gordice que eu resolvi fazer o de arroz. Para não ficar com aquele aspecto e textura de amido, eu acrescento um pouco de leite zero lactose. Aqui embaixo vou colocar a receitinha. 

Vamos aprender?
Não é nada difícil!

Você vai precisar de:
- 170 gramas de iogurte sem lactose (usei o natural da LacFree, da Verde Campo)
- 50 ml de óleo
- 2 ovos
- 270 gramas de açúcar
- 125 gramas de farinha de arroz
- 37 gramas de amido de milho
- 40 gramas de fécula de batata
- Suco de 1 limão bem grande e suculento (antes de cortá-lo, raspe um pouquinho para usarmos as raspinhas para enfeitar)
- 1 colher de sopa de fermento em pó

PAUSA PARA DICA!

Para extrair o máximo do suco do limão ou laranja, basta ir rolando-os em uma superfície lisa. Quanto mais rolar, mais suco você terá! 
Com isso, espremer com as mãos ficará super fácil!

Hora de colocar a mão na massa!
Primeiro, misture os secos (açúcar, farinha de arroz, amido de milho e fécula de batata) e reserve. Na batedeira, bata os ovos, o óleo e o suco do limão. Em seguida, acrescente o iogurte e bata mais. Por último, vá acrescentando aos pouco a mistura dos secos. Adicione o fermento em pó e mexa com um fouet. Unte uma assadeira e leve o bolo ao forno pré-aquecido a 180 graus. Para saber se já está no ponto, faça o teste do palito. 


Feito o bolo, enquanto ele esfria, vamos preparar o leite condensado de arroz, uma alternativa para quem não pode consumir leite. A receita original está aqui

Os ingredientes são:
- 2 e 1/4 de xícara de leite de arroz (tem receita de como fazer aqui!)
- 1/2 xícara de açúcar refinado
- 1 colher de chá de essência de baunilha
- Suco de limão a gosto
- Aproximadamente 150 ml de leite zero lactose

Em uma panela, misture o leite de arroz e o açúcar, em fogo baixo, sempre mexendo. Essa mistura deverá reduzir a metade. Em seguida, adicione a baunilha e, aos poucos, acrescente o leite zero lactose, que dará uma cor mais esbranquiçada ao leite condensado e não o deixará com tanta consistência de amido. Ao desenformar o bolo, jogue o leite condensado de arroz e as raspas de limão para enfeitar. Só se deliciar!

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

Receita de hoje: pão salgado de frigideira + pão doce de frigideira + mini pizza


Sério, essa receita mudou minha vida! Ela é tão versátil, prática e rápida.

Aprendi no blog Mamão e Açúcar e, a partir dela, fui e ainda estou inventando. Adoro receitinhas assim, que permitem outras criações. Sem contar que a receita é individual, o que permite ser feita na hora. Primeiro, vou falar da receita original e, em seguida, as dicas do que já fiz a partir dela. 

Separe: 
- 1 ovo 
- 1 colher de sopa (rasa) de óleo 
- 1 colher de sopa de água
- 2 colheres de sopa (rasa) de aveia sem glúten (uso a marca Monama)
- 2 colheres de sopa (rasas) de farinha de arroz (tenho usado da marca Urbano e da Aminna, que ganhei da loja virtual Natue)
- 1 colher de café de fermento para bolo
- 1/2 colher de café (rasa) de sal 

Primeiramente, peneire o ovo (acreditem, faz diferença!). Quando não peneirei o pãozinho ficou com cheiro e sabor acentuado de ovo. 
Bata bem o ovo e acrescente o óleo e a água. Em seguida, adicione a aveia e a farinha de arroz e bata mais, até ficar bem homogêneo. Por último, acrescente o sal e o fermento. Em uma frigideira (a minha é bem boa então não preciso nem colocar óleo, mas se a sua frigideira gruda um pouquinho é melhor untá-la), despeje a massinha e deixe dourar dos dois lados, sempre em fogo baixo. Está prontinho e a espessura ficará igual a da foto acima (se você usar uma frigideira com 20 cm de diâmetro na boca e 13,5 cm no fundo).

Dicas
Agora, vamos as transformações dessa receita incrível! 

* Quando fiz pela primeira vez, achei que o pãozinho ficou grossinho e eu queria mais fino. Então, para deixá-lo mais fininho, é só dividir a receita, não os ingredientes mas a massa mesmo, antes de levá-la a frigideira. Aí essa divisão pode ser algo muito bom: se você não acrescentar o sal, você pode dividir a massa. Em uma metade você coloca o sal e na outra metade você acrescenta açúcar mascavo e chocolate em pó, a gosto. Pronto, com uma única receita temos um pãozinho salgado e um doce. Claro que vai render uma porção pequena, ideal para quem não come muito de manhã (eu, por exemplo). Mas, se quiser, pode fazer a receita inteira, aí é só seguir a receitinha lá em cima, eliminando o sal e acrescentando o açúcar e o chocolate em pó.

No pãozinho salgado gosto de passar margarina mas também pode-se comer com requeijão, queijo cottage ou o que mais preferir. No pãozinho doce, pode-se colocar geléia, doce de leite e já coloquei iogurte (sim, fica delicioso!). Nas fotos abaixo foi feita uma receita; depois de pronto o pãozinho, dividi no meio para fazer a foto.

Pãozinho salgado feito com metade da massa da receita original, deixando-o mais fininho

Pãozinho doce feito com metade da massa da receita original, deixando-o mais fininho
* Para deixar o pãozinho super saudável e gostoso, podemos acrescentar semente de linhaça, de chia ou ainda gergelim. 

A outra transformação SUPER top foi a mini pizza. Ficou divina mesmo! 
Para fazer a mini pizza eu usei aquelas mini frigideiras, que geralmente são para fazer um ovo (a minha eu comprei no Pão de Açúcar, na marca Finlandek; ela tem 14 cm de diâmetro na boca e uns 10 cm de diâmetro no fundo). Mas também pensei que dá para duplicar ou triplicar a receita, fazer em uma frigideira maior e cortar a pizza em mini pedacinhos triangular. Pode-se fazer uma refeição ou petiscos. Uma ideia bem legal. 

Para fazer a mini pizza, é só seguir a receita original (com a ideia de deixá-la mais fininha), dispor os disquinhos em uma fôrma, acrescentar molho de tomate e o que mais quiser. Eu, por exemplo, acrescentei peito de peru, tomatinhos cereja, queijo e orégano. Depois, é só levar ao forno para derreter o queijo e se deliciar. 
Vejam como ficou linda! (E não só linda, muito apetitosa)


Gostaram dessa receita que vira outras duas?
O que mais pode-se criar com essa? Já pensou? Divide com a gente!

terça-feira, 21 de julho de 2015

Receita de hoje: macarrão na panela de pressão


Por um mundo cheeeeio de receitas simples e rápidas só porque eu amo de paixão todas elas!
Tem gente que já torce o nariz para essa receita mas não deveria não. Posso falar um segredo absurdo gastronômico? Eu gosto mais do macarrão de panela pressão do que o que comemos tradicionalmente. Sabem por que? Porque eu acho que ele fica cremoso por si só, sem nenhum esforço ou ingrediente a mais. Sem contar que é rápido e fácil. Simbora aprender porque esse macarrão é vida!

Essa receita rende uma porção e você vai precisar desses ingredientes:
- 100 gramas de macarrão sem glúten (tem várias marcas que adoro mas nessa receitinha usei o da Seitz, marca alemã - encontrei no Pão de Açúcar)
- 1/2 cebola picada
- 1 alho amassado
- 150 ml de molho de tomate (adoro aqueles de vidro, que é só tomate - aqui em casa costumamos usar o da marca Paganini)
- Água para cobrir o macarrão na panela
- Sal a gosto
- Tomatinhos cereja a gosto

Na própria panela de pressão, refogue o alho e a cebola. Acrescente o macarrão e o molho e mexa até que estejam incorporados com os temperos. Em seguida, cubra a mistura com água, acrescente os tomatinhos cereja lavados (pode jogá-los inteiros na panela) e mexa novamente. Tampe a panela e quando pegar pressão, abaixe o fogo e deixe cozinhando por aproximadamente 12 minutos. Se preferir, acrescente queijo ralado e sirva quentinho. Vocês vão ver como fica cremoso! 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Receita de hoje: mousse de chocolate


Com tanto falatório sobre o glúten, estamos tendo mais opções de receitinhas! 
Direto acompanho receitinhas no site do programa "Mais você", da Ana Maria Braga. Embora ainda não haja uma ampla conscientização de que receitas sem glúten não são só por estética mas por uma questão de saúde, está sendo válido todo esse falatório. E é aqui que entramos: nosso papel, como celíacos, é divulgar a doença celíaca e a seriedade dela.

Mousse de chocolate sem lactose!
Já tinha feito essa receita mas acreditem, esqueci de fotografar. Dessa vez, não esqueci e aqui está. 
Receitinha que aprendi no site do "Mais você". Já aviso, não é saudável, pois tem bastante gordura. Mas gente, isso aqui também não é para comer todo dia, né?! Então, consciência, ok?! 

É super simples! 
Essa receita eu fiz para 10 pessoas e ainda sobrou um tiquinho. Servi com morangos.
Mãos a obra?

- 2 caixinhas pequenas de Chanti Mix (a receita sugere as marcas Amélia ou Vigor. Usei da marca Amélia)
- 150 gramas de açúcar
- 6 claras
- 200 gramas de chocolate meio amargo (usei da marca Harald, pois não contém glúten e nem lactose)
- 30 ml de água ou bebida alcoólica (usei conhaque)

Primeiramente, bata o chantilly conforme as instruções do fabricante e reserve. O da marca Amélia recomenda que o  chantilly fique na geladeira por 12 horas (temperatura aproximada de 5 a 8 graus). Em seguida, bata-o na batedeira, até obter a consistência desejada. 

Em seguida, derreta o chocolate em banho-maria e adicione a água ou conhaque (importante não adicionar gelado). Reserve.
Misture as claras e o açúcar e aqueça em banho-maria até 50 graus (gente, eu não tenho termômetro mas aprendi que 5 graus é mais ou menos quando colocamos o dedo e não conseguimos mantê-lo por mais de 1 segundo). Desligue e leve essa mistura na batedeira e bata até dar ponto de claras em neve. 

Quando as claras, o chocolate e o chantilly estiverem em temperatura ambiente, misture tudo, delicadamente, com uma espátula.

Antes de servir, leve a geladeira por 1 hora. Se preferir, sirva com morangos ou alguma outra combinação.

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